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Compreendi

Kale, nova criação para FRC com Eneko, Gael Domenger e Bruno Alexandre
5 de abril, 21h | Auditório Municipal de Gaia

Gorpuztu, de Eva Guerrero (ES)
7 de abril, 19h | Auditório Municipal de Gaia

DDD – Bocarra, de Luísa Saraiva
27 de abril, 19h30 | Auditório Municipal de Gaia

No Auditório Municipal de Gaia, Luísa Saraiva revela «Bocarra», uma peça sobre a mecânica do corpo em movimento como instrumento sonoro, partindo do repertório de canto polifónico feminino da Península Ibérica sobre sentimentos de amargura e violência. Compreendendo muitas destas canções como tradições de não-conformidade e de resistência, trabalhamos com uma fisicalidade entre o cuidado e a violência e as qualidades vocais particulares destas formas musicais. Em colaboração com os artistas sonoros Inês Tartaruga Água e Francisco Antão, propomos um entendimento dos objetos/instrumentos musicais como seres orgânicos e extensões dos órgãos internos, da respiração e do corpo físico. Com os performers Luisa Alfonso e Alexandre Achour trabalhamos o canto através dos corpos no espaço, para além das categorias binárias e exclusivas de registo e alcance vocais.

DDD – Bocarra, de Luísa Saraiva
28 de abril, 19h30 | Auditório Municipal de Gaia

No Auditório Municipal de Gaia, Luísa Saraiva revela «Bocarra», uma peça sobre a mecânica do corpo em movimento como instrumento sonoro, partindo do repertório de canto polifónico feminino da Península Ibérica sobre sentimentos de amargura e violência. Compreendendo muitas destas canções como tradições de não-conformidade e de resistência, trabalhamos com uma fisicalidade entre o cuidado e a violência e as qualidades vocais particulares destas formas musicais. Em colaboração com os artistas sonoros Inês Tartaruga Água e Francisco Antão, propomos um entendimento dos objetos/instrumentos musicais como seres orgânicos e extensões dos órgãos internos, da respiração e do corpo físico. Com os performers Luisa Alfonso e Alexandre Achour trabalhamos o canto através dos corpos no espaço, para além das categorias binárias e exclusivas de registo e alcance vocais.

DDD – É obra, de João dos Santos Martins
3 de maio, 21h30 | Auditório Municipal de Gaia

No Auditório Municipal de Gaia, «Vida e Obra» de João dos Santos Martins com Adriano Vicente, Ana Rita Teodoro, Connor Scott, Natacha Campos, Noel Quintela, Sofia Kafol, Teresa Silva + Constança Entrudo + Filipe Pereira & Joana Mário. O mundo está constantemente a escapar-nos. O presente é um lugar de disputa entre o passado vivido e o futuro por vir. Como pensar o corpo e o seu movimento como um rastro e ao mesmo tempo uma projeção? Uma tentativa de curvar o tempo para a frente e para trás em simultâneo, como um processo de memória e de devir. Habitar uma temporalidade espiralar na qual o corpo vibra em escuta profunda, contra a linearidade e o separatismo espacial. Desarmar as categorias de sujeito e de objeto para ser-se movido por algo além de si mesmo. Um esforço de convivência de linguagens entre movimento e voz que ressoam e fazem o corpo transbordar enquanto textura, sensualidade e sensação, expandindo-se a uma condição imanente, movendo-se em direção à carne.

DDD – É obra, de João dos Santos Martins
4 de maio, 19h30 | Auditório Municipal de Gaia

No Auditório Municipal de Gaia, «Vida e Obra» de João dos Santos Martins com Adriano Vicente, Ana Rita Teodoro, Connor Scott, Natacha Campos, Noel Quintela, Sofia Kafol, Teresa Silva + Constança Entrudo + Filipe Pereira & Joana Mário. O mundo está constantemente a escapar-nos. O presente é um lugar de disputa entre o passado vivido e o futuro por vir. Como pensar o corpo e o seu movimento como um rastro e ao mesmo tempo uma projeção? Uma tentativa de curvar o tempo para a frente e para trás em simultâneo, como um processo de memória e de devir. Habitar uma temporalidade espiralar na qual o corpo vibra em escuta profunda, contra a linearidade e o separatismo espacial. Desarmar as categorias de sujeito e de objeto para ser-se movido por algo além de si mesmo. Um esforço de convivência de linguagens entre movimento e voz que ressoam e fazem o corpo transbordar enquanto textura, sensualidade e sensação, expandindo-se a uma condição imanente, movendo-se em direção à carne.

DDD – Corpo+Cidade – ‘Nu Meio-Bailão’, de Filipa Francisco e Bruno Cochat
5 de maio, 15h e 15h30 | Varais da Afurada

Em cena desde 1996, NU MEIO ironiza a relação de um casal tipicamente português que se refugia no fado e no "maldizer”. Firmino demarca um território no meio do palco de onde as duas personagens não podem sair e Mila tenta obsessivamente trepar, agarrar, sufocar este "homem-montanha”. O diálogo entre as personagens é como uma novela, cheio de lugares-comuns, de palavras que explicam encontros e desencontros, de risos estridentes e de cânticos de igreja transformados em opereta. Para os diálogos, são referenciados acontecimentos recentes do local onde o espetáculo é apresentado. Para completar estes diálogos, os criadores recolhem histórias de amor, através de entrevistas, a casais de diferentes gerações. Termina com um baile em que toda a gente participa. Com música ao vivo de Donatello Brida e DJs convidados Filippo Lippi & Ivan Carlo.