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Madalena vai acolher polo de inovação direcionado para tecnologia e ensino
Notícias e Destaques 11 Jan 2022 Madalena vai acolher polo de inovação direcionado para tecnologia e ensino O investimento previsto para a implementação de todo o projeto é de 700 milhões de euros
 
O Gaia Innovation City será um tech hub de inovação, com uma estrutura completa direcionada para a tecnologia e educação, juntando o mundo académico ao profissional, com dimensão para atrair insígnias de magnitude capazes de criar um ecossistema com capacidade de competir a nível mundial. Irá integrar todo um conjunto de serviços e infraestruturas que potenciam a incubação de talentos, com uma curva estimada de aprendizagem e empreendedorismo de dez anos, que permitirá formar e catapultar aqueles que serão os futuros gestores das maiores empresas mundiais. 

O investimento previsto para a implementação de todo o projeto é de 700 milhões de euros e será capaz de gerar emprego em variadas áreas, com equipamentos de ensino, empresas de inovação e tecnologia, hotel, área de retalho e serviços de gestão patrimonial da infraestrutura. A Amazon, o Facebook, a Tesla, a Apple, a IBM, a Google, a Microsoft ou a Netflix estão entre as potenciais empresas candidatas a ocupar este espaço, que contará, ainda, com parcerias com universidades, incluindo alojamento para estudantes. 

O projeto prevê uma intervenção nos terrenos ocupados pelo Parque de Campismo da Madalena, que agregam cerca de 20,8 hectares, não implicando a extinção do parque, mas a redução da sua dimensão, tal como explica Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Gaia. "O parque de campismo não deixa de existir, mas vai ficar mais reduzido e, na verdade, vai ter de ser repensado o seu modelo de ocupação porque havia pessoas a viver lá o ano todo e isso não pode acontecer”. 

Importa explicar que o Parque de Campismo da Madalena é um dos ativos do fundo Gaia Douro, pelo qual o município paga uma renda mensal no valor de 19.409,19€. O terreno em causa já não é propriedade da câmara desde 2008, pertencendo, como referido, ao fundo em causa, cuja gestão é autónoma da Câmara Municipal. Agora, um grupo brasileiro comprou o terreno ao fundo e decidiu avançar com o projeto.