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2020 com o maior investimento de sempre em obra de rua
Notícias e Destaques 31 Mai 2021 2020 com o maior investimento de sempre em obra de rua Câmara aprova Relatório de Atividades e Conta de Gerência
 
A Câmara Municipal de Gaia aprovou por maioria, a 31 de maio, o Relatório de Atividades e Conta de Gerência de 2020. Um documento que o presidente da autarquia destacou dar conta do "maior investimento em obra de rua alguma vez existente no concelho e do maior volume de investimento nos domínios do imaterial”. Na rubrica relativa à distribuição do investimento direto, são de assinalar os valores de 10,8 milhões de euros para construções diversas (viadutos, arruamentos, obras complementares, reabilitação da rede viária, viação rural, parques e jardins, PATA, reabilitação de Vila d’Este, entre outros) e de 6,4 milhões para edifícios (escolas, instalações desportivas e recreativas, instalações de serviços), num visível esforço do Município em reforçar o investimento na melhoria dos equipamentos e da rede viária do concelho. Eduardo Vítor Rodrigues destacou, também, o maior volume de investimento feito na área dos transportes, uma rubrica que representou 7,5 milhões de euros do orçamento municipal.

De acordo com o relatório e contas agora aprovado, a Câmara Municipal de Gaia encerrou o ano de 2020 com uma dívida total de cerca de 92,5 milhões de euros, numa redução de 14 milhões face a 2019 e de 207 milhões relativamente a 2013. Já o passivo financeiro fixou-se nos 150 milhões de euros, numa variação de 290 milhões face a 2013. Já os pagamentos em atraso voltam a estar a zero pelo quarto ano consecutivo, num ano em que o prazo médio de pagamentos se fixou nos 26 dias.

O Município transitou para 2021 com um saldo positivo de 3,7 milhões de euros, uma descida face a 2019 justificada com os investimentos feitos devido à covid-19, a quebra de receita e o aumento da despesa, também motivados pela pandemia.

Eduardo Vítor Rodrigues antecipou que "os próximos anos serão de reforço das despesas correntes do Município”, defendendo que "há muita coisa que deveria chamar-se investimento social para separar a despesas correntes mais básicas e rotineiras do investimento que também é despesa corrente, mas que tem a ver com apoio às escolas, jovens, seniores (…), ou seja, despesa ao serviço dos cidadãos”.

Para o presidente da autarquia, as contas de 2020 "mantêm-se equilibradas e no verde” e que "isso foi possível sem restringir nada e levando até à exaustão a capacidade de intervenção no domínio do apoio às famílias e empresas num ano de incertezas”. "Fechámos com menos 207 milhões de euros de dívida relativa a 2013, com menos 290 milhões de euros de passivo e com zero euros de pagamentos em atraso”, concluiu.