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Notícias 13 Fev 2017 Ministro da Economia visitou o município e elogiou o trabalho feito “É isto que pretendemos e é isto que está a acontecer em Gaia”
O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, esteve a 13 de fevereiro em Vila Nova de Gaia, onde elogiou o trabalho que vem sendo feito pela Câmara Municipal para "facilitar a vida a quem quer investir, quer reduzindo os custos fiscais, quer acelerando os processos de licenciamento, quer estando atento às necessidades dos empresários em várias áreas”. Um esforço que, considerou o governante, somado ao empenho dos empresários, "está a contribuir para o reforço da confiança”, o aumento de emprego e o crescimento do País.
Acompanhado do presidente da Câmara Municipal, Manuel Caldeira Cabral visitou a J&J Teixeira, em Olival, onde tomou conhecimento das instalações, do processo produtivo e dos planos de alargamento. No final mostrou-se satisfeito com o que viu, nomeadamente no que toca à necessidade de "inverter a tendência de saída dos jovens” do País. "Uma fábrica de um setor dito tradicional a produzir com tecnologias de ponta e onde muitos dos empregos que está a criar são para jovens, engenheiros, informáticos, ou seja, para pessoas mais qualificadas, mas está também a assegurar muitos empregos para pessoas que, tendo menos qualificações, têm uma experiência que está a ser valorizada. É isto que pretendemos e é isto que está a acontecer aqui em Gaia”, elogiou o ministro.



Após a visita à J&J Teixeira, Manuel Caldeira Cabral teve um encontro com diferentes empresários e empreendedores de Gaia, onde destacou o crescimento económico do País e o ressurgimento da confiança, quer no tecido empresarial, quer na própria população. Depois de afirmar que ”a qualidade de vida em Gaia tem melhorado muito”, o ministro terminou "aplaudindo o trabalho que esta câmara está a fazer”.
Eduardo Vítor Rodrigues, por seu turno, recordou a importância do «Gaia +Investimento +Emprego», um "instrumento dedicado às empresas em geral, e também à economia social, de isenção de taxas, tarifas e impostos municipais”. "É muito possível dedicar uma parcela dos nossos recursos, neste momento, ao crescimento económico, sabendo que aquilo de que estamos a abdicar hoje em incentivos e em apoios vai ser repercutido no curto e médio prazo em retorno para a economia local”, sublinhou. E é desta forma que, considerou o autarca, "conseguimos criar condições para, em primeiro lugar, atrair novo investimento; em segundo lugar, garantir que investimento que podia ter a tentação de sair de Gaia cá se mantivesse; e em terceiro lugar, criar as condições para ampliar investimento já existente”.
Assumindo o trabalho que o município tem vindo a fazer por Gaia, mas também "para ajudar a este esforço coletivo que o Governo assumiu”, o presidente da Câmara lembrou ainda a esperança depositada nos fundos comunitários, "que estiveram encalhados pelo menos dois anos e que tanta falta fizeram à economia desta região e do País”. Tudo "para colaborar com o País, fazê-lo crescer, contrariar o pessimismo e a tornarmo-nos de novo num país em que valha a pena ter otimismo efetivo num futuro melhor para os nossos filhos e para os nossos netos”.