Notícias 17 Jun 2017 Grupo Folclórico de Santa Marinha de Crestuma sai vencedor das Marchas de São João de Gaia Iniciativa contou com a representação de 11 grupos
As Marchas de São João de Gaia voltaram, a 17 de junho, à beira-rio, mantendo a tradição anual e um dos momentos altos do município nesta época de santos populares. O grupo folclórico e etnográfico de Santa Marinha de Crestuma, da união de freguesias Sandim, Olival, Lever e Crestuma, foi o grande vencedor, com 352 pontos. A Associação Recreativa Canidelense (Canidelo) e o Centro Recreativo de Mafamude (UF Mafamude e Vilar do Paraíso) ficaram em segundo e terceiro lugar, respetivamente. Na avaliação de todos os grupos participantes, pesaram fatores como a interpretação musical, a coreografia, cenografia, guarda-roupa e a globalidade da atuação.



A edição de 2017 começou com a atuação da cantora Carla Maria, seguindo-se a participação das 11 marchas, para além da Fanfarra d’Os Mareantes do Rio Douro, que abriu o desfile, desde o Largo Luís I junto à ponte, percorrendo a Avenida Diogo Leite e a Avenida Ramos Pinto, até ao Cais de Gaia. 
Esta edição contou com a representação de 11 grupos, nomeadamente: Grupo Mérito Dramático Avintense / ACMA (Avintes); Associação Desportiva e Cultural Santa Isabel (Canelas); Associação Recreativa Canidelense (Canidelo); Associação Miramar Império de Vila Chã (UF Gulpilhares e Valadares); Centro Recreativo de Mafamude (UF Mafamude e Vilar do Paraíso); Atlético Clube de Gervide (Oliveira do Douro); Jaca Futebol Clube (UF Pedroso e Seixezelo); Grupo Folclórico e Etnográfico de Santa Marinha de Crestuma (UF Sandim, Olival, Lever e Crestuma); Rancho Folclórico da Afurada (UF Santa Marinha e Afurada); Grupo Desportivo e Cultural S. Lourenço (Vilar de Andorinho) e a Tuna Musical de Santa Marinha (UF Santa Marinha e Afurada).
As marchas de São João de Gaia realizam-se desde 1994. Preservar um dos costumes dos gaienses e relembrar as suas tradições é um dos objetivos desta iniciativa, que pretende proporcionar o reforço do sentido de comunidade, incentivando a participação coletiva, através de um dos mais sólidos valores patrimoniais das terras gaienses, que são as suas coletividades.