Notícias 14 Nov 2017 Gaia é o terceiro município mais exportador da região Norte Município atingiu, em 2016, 1,4 mil milhões de euros em exportações
De acordo com o relatório «Norte Estrutura», hoje divulgado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Vila Nova de Gaia está entre os municípios da região Norte do país que mais exportaram em 2016. No ano em que as empresas da região venderam para o estrangeiro mercadorias no valor global de 20,5 mil milhões de euros, Gaia foi responsável por 6,8% dessas exportações – num total de 1,4 mil milhões de euros –, estando na terceira posição, ao lado de Guimarães.  
O relatório, que identifica as tendências que marcam a evolução económica na região a médio e longo prazo, salienta, ainda, o facto de que, embora no ano passado a atividade exportadora tenha sido "meramente residual”, "mais de metade” do valor das exportações de mercadorias da região foi feita em oito dos 86 municípios do norte, nomeadamente: Vila Nova de Famalicão (9,5%), Maia (7,1%), Vila Nova de Gaia e Guimarães (6,8%), Santa Maria da Feira (6,4%), Braga (5,4%), Porto (5,1%) e Viana do Castelo (4,0%), totalizando 51,5% das exportações da região. 
Num quadro em que o Norte tem "visto reforçada a sua importância enquanto principal plataforma regional de internacionalização da economia portuguesa, pela via do comércio de bens”, Gaia assume, de forma crescente, um papel preponderante. Para Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara Municipal, a explicação é simples: "Temos procurado impulsionar a economia do nosso município, com incentivos fiscais e outros para quem se instala ou expande no nosso concelho, e penso que os resultados estão à vista. É cada vez mais claro que vale a pena investir em Gaia”.
Exemplo desta aposta é o Go.On – invest in Gaia, um pacote de medidas para atrair investimento e promover a criação de emprego no concelho. O Município pretende acompanhar, da forma mais próxima e ágil possível, a iniciativa privada, assegurando um conjunto de medidas e incentivos locais: licenciamento zero (isenções nos processos de licenciamento), via verde para o investimento (agilização dos processos burocráticos) e reduções fiscais na derrama, na taxa de resíduos sólidos e na taxa de publicidade. Só assim será possível manter esta tendência e continuar a assumir as principais linhas da frente dos municípios mais exportadores da região e do país.