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Eventos 19 Out 2019 ACMA - Associação Cultural e Musical de Avintes Auditório Municipal de Gaia
Os Sons de Gaia - Encontro de Bandas

Numa celebração da música, o Município de Vila Nova de Gaia repete o convite às quatros formações filarmónicas gaienses, para se apresentarem num conjunto de concertos sinfónicos, a ter lugar no Auditório Municipal de Gaia.


ACMA - Associação Cultural e Musical de Avintes

A ACMA (ex-Banda Musical de Avintes), é uma Associação sem fins lucrativos, de cultura, recreio e de solidariedade, com o Estatuto de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública, fundada em 8 de Dezembro de 1842. É a Associação mais antiga de Avintes e uma das mais antigas de Vila Nova de Gaia, dedicando-se essencialmente ao ensino da Música e à divulgação das Artes em geral.

Levando em conta a obra realizada e o trabalho desenvolvido em prol da comunidade em geral, foi agraciada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, em Outubro/1994, com a Medalha de Mérito da Cidade (classe ouro) e pela Junta de Freguesia de Avintes, em Janeiro/1995, com a Medalha de Honra da Vila (classe prata). É membro da Federação das Colectividades do Distrito do Porto, do INATEL, da Federação da Cultura Portuguesa, da Associação Portuguesa de Musicoterapia, da Academia de Colectividades do Distrito do Porto, da Associação das Colectividades de Vila Nova de Gaia e da Federação Portuguesa de Bilhar.

Em Outubro de 2008 foi homenageada pela Associação das Colectividades de Vila Nova de Gaia, como a "Figura Gaiense do Ano-2008”, como reconhecimento do trabalho que tem feito na divulgação da cultura em geral, e da música em particular, quer ao nível do Concelho, quer ao nível do país. 

A ACMA é constituída por diversas "valências”, nomeadamente, Banda Musical ("ex-libris” da Associação), Academia de Música e Artes (música e dança), Grupos Instrumentais (sopros, metais e percussão), Grupo Coral, Orquestra Ligeira, Escola de Ensino Específico Especializado (apoio a deficientes), Desporto (federado e manutenção), Ambiente e Centro de Apoio Educativo (apoio escolar).

Segundo os elementos possíveis de recolha, no ano de 1842, aquando da sua chegada a Avintes, o abade Manuel Francisco de Andrade, resolveu formar uma "Banda” que o mesmo dirigiu. Com o decorrer dos anos outras Bandas apareceram, nomeadamente as do Cancela, do Cunha, a do Augusto e a dos Bombeiros Voluntários, que, fruto de várias divergências e cisões, acabariam por resultar na Banda Musical de Avintes.

Vários foram os regentes que por elas passaram, destacando-se Domingos Francisco da Silva, que durante quarenta anos, foi o grande impulsionador e renovador da altura, com a entrada para a Banda de vários jovens da terra que consigo aprenderam música.

O seu sucessor foi António Almeida Silva que, com todas as dificuldades da época, conseguiu impor um estilo pessoal, procurando no entanto dar continuidade ao trabalho desenvolvido até à data.

Seguiu-se-lhe Daniel Oliveira Silva, sendo sob a sua responsabilidade que a Banda atingiu uma substancial melhoria de qualidade, a mais significativa até então, graças à criação de uma Escola de Música, que acabaria por se extinguir num curto espaço de tempo.

Com a entrada de novo regente, Manuel Poço Sanches, que dirigiu a Banda durante dez anos, a Escola de Música foi novamente reactivada, o que fez com que dela saíssem muitos jovens músicos, alguns dos quais ainda hoje fazem parte do quadro da Banda.

Sucedeu-lhe o prof. José da Silva Ferreira, embora apenas durante um ano, conseguindo no entanto atingir uma substancial melhoria de qualidade.

Durante dez anos consecutivos (1996 a 2006), foi seu director técnico/ artístico o prof. Lino Fernandes Pinto, sendo sob a sua responsabilidade que esta atingiu, sem qualquer sombra de dúvida, até aquela data, o seu momento mais alto. Para isso muito contribui a aquisição de algum novo instrumental, aliado à implementação de novos métodos organizativos e de gestão na Associação.
Foi entretanto, substituído, em Abril de 2006, passando então a ser seu director técnico/ artístico Hugo Oliveira (de referir que este já integrava os quadros da "Banda” há cinco anos, para além de leccionar na Academia de Música e Artes da Instituição), tendo assegurado o "comando” da Banda até final de Setembro de 2009, tendo mantido, até à sua saída, o elevado nível técnico e artístico da Banda.

Actualmente é seu director técnico/artístico Ruben Castro, músico "nascido e criado”  na escola de música da Banda de Avintes, com um vasto currículo artístico e musical. 

A Banda Musical de Avintes, actualmente, é composta por cerca de 60 elementos executantes, grande parte dos quais alunos de Escolas Superiores e Profissionais de Música, Conservatórios e da Academia de Música e Artes da Associação.

Facilmente se depreende tratar-se de uma Banda Musical essencialmente composta por jovens músicos com níveis de conhecimento acima do normal, obtendo-se uma média de idades relativamente baixa.

O repertório que executa é do mais variado género e qualidade, vasto, criteriosamente seleccionado e de elevado grau de dificuldade, sendo adaptado aos locais onde será executado.

A Banda Musical de Avintes tem estabelecido contactos regulares com Instituições Culturais e recreativas, Autarquias, Entidades Empresariais, etc, quer através de intercâmbios quer da realização de Protocolos de colaboração.

Em Maio 2008 participou no II Concurso de Bandas, organizado pelo Ateneu Artístico Vilafranquense, realizado em Vila Franca de Xira, concorrendo às categorias de: Concurso de "Bandas em Desfile”; Prémio "Tauromaquia” e "2ª Categoria”, tendo-se classificado em 1º lugar nas "Bandas em Desfile”.

Tem participado em Concurso de Bandas Filarmónicas, nomeadamente o CIB Filarmonia D´Ouro em 2014 e no II Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga em 2016, tendo obtido o lugar 3º da Classificado, e em 2017 voltou a participar no III Concurso de Banda Filarmónicas de Braga.

Em Junho de 2012, depois de muita insistência e muitas dificuldades ultrapassadas, gravou o seu primeiro CD em estúdio.


Maestro Rúben Castro

Natural da cidade de Vila Nova de Gaia, onde nasceu a 21 de Abril de 1980, Ruben Alexandre dos Santos Castro iniciou os seus estudos musicais aos 12 anos numa filarmónica local (Banda Musical de Avintes), tendo ingressado, em 1995, na Fundação Conservatório Regional de Música de Gaia. 
Em 2003 conclui o Curso Complementar de Trompete, na classe do prof.Fernando Ribeiro e prof. Jorge Almeida, com a classificação final 18 valores.
Em 2002, paralelamente ao Curso Complementar, ingressa na Licenciatura em Ensino de Música, variante Trompete, na Universidade de Aveiro na Classe do professor Fernando Ribeiro. 
Em 2007 conclui a Licenciatura obtendo média de 17 valores, na área vocacional (Trompete, Orquestra, Música de Câmara). Concluiu o estágio profissional no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, de Aveiro, com média final de 17 valores. 
Apresenta-se a solo com regularidade, executando repertório de Música de Câmara, salientando-se concertos em Trompete Piccolo com a Orquestra de Clarinetes do Conservatório de Música de Vila Real, concertos para Trompete e Órgão de Tubos e em Orquestra Barroca.



Complementou a sua formação, enquanto trompetista, com a frequência de diversas masterclasses e cursos ministrados por alguns destacados nomes do Trompete, nomeadamente, Philip Smith, Stephen Mason, Hakan Heidenberger, André Henry, John Aigi Hurn, Kevin Wauldron, Charles Butler, Fernando Ribeiro, Jorge Almeida.

Na formação de Quinteto de Metais e ensemble de metais, trabalhou com os Quintetos Canadian Brass e Spanish Brass.

Durante o seu percurso académico-musical participou em vários estágios de orquestra, nomeadamente, Orquestra Nacional de Sopros dos Templários, Orquestra Clássica Juvenil Braccara Augusta, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra da Bairrada etc. Participou também em diversos ensembles, salientando-se Orquestra de Música Barroca – formada na Universidade de Aveiro respeitando a formação da época mas utilizando instrumentos actuais –, Orquestras de Sopros (Fundação Conservatório Regional de Gaia e Universidade de Aveiro), Orquestra Clássica do Conservatório Regional de Gaia, Quintetos de Metais, Quinteto de Trompetes da Universidade de Aveiro – formação pioneira em Portugal. 

É membro fundador dos Portuguese Brass (Associação Portuguesa de Metais) e do Quinteto de Metais de Gaia.

Participa regularmente, na qualidade de reforço de orquestra, na Orquestra do Norte, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Sine Nomine e como convidado na Orquestra Sinfónica Portuguesa (Teatro Nacional de São Carlos).
Neste âmbito, teve a oportunidade de trabalhar com diversos maestros, entre os quais António Pirolli, Júlia Jones, Martin André, Donatto Renzeti, Torsten Õstergren, Gerard Kegelmann, Nayden Todorov, Mário Mateus, Ivo Cruz, Vassalo Lourenço, Belarmino Soares, Filipe Veríssimo, Luís Carvalho, Cesário Costa, António Baptista, Ferreira Lobo entre outros. 
Participou no Curso de Direção com o Maestro José Ignacio Petit em Santa Maria da Feira em Novembro de 2011.
Esteve na génese do projecto educativo levado a cabo na Casa da Música, em Vila Nova de Famalicão, em parceria com o Grupo Recreativo e Cultural de Famalicão 

Actualmente frequenta o Mestrado em Performance, na Universidade do Minho.
Coordenador de Licenciatura, professor de Trompete e Música de Câmara no ISEIT – Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares de Mirandela (Instituto Piaget).
É professor de Trompete no Conservatório de Música do Porto, no Conservatório Calouste Gulbenkian de Braga e na Fundação Conservatório de Música de Gaia, 
Desempenha funções de Coordenador Pedagógico da Academia de Música e Artes de Avintes leccionando simultaneamente a disciplina de Trompete. 
Desde 2009 assumiu a direcção artística da Banda Musical de Avintes.

PROGRAMA:

"Ventulus Abientes”        Vitor Resende
"Libertadores”                                Oscar Navarro 
"A Weekend in New York”          Philip Sparke
"The Greatest Hits”                        arr. Diogo Costa
"Recordar Avintes”                        Vitor Resende

19 de outubro de 2019 (sábado), 21h30, Auditório Municipal de Gaia
Entrada gratuita, condicionada à lotação da sala.
M/6